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segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

O Mago

Acabei de deixá-lo em casa. São e salvo das paranóias de onde viemos. Provavelmente vai apenas deitar na cama e ficar desenhando coisas na parede, nas últimas tentativas de salvar o resto de seus pensamentos, que aliás, hoje... foram mais uma vez brilhantes!
É o único que conheço!
Único!
Perigosamente desejável por perto. Tem a instabilidade de uma estrela, por quê é!
Por mais um dia nos encontramos com o tal Acapulco Gold, o facilitador dos facilitadores. Ainda escreverei sobre ele aqui.
Por mais uma noite tocamos divinamente... pra ninguém ouvir. Dessa vez até tínhamos uma platéia. Composta por três rapazes que nunca estão conosco e nenhuma moça.
Por mais algumas horas saímos do tempo... o musical e o real, e nos divertimos, mais uma vez, apenas jogando fora e disperdisando aquilo que eu chamo de o mais precioso dos tesouros: a criatividade!
Há dois anos atrás, éramos só eu e ele. E, embora a fúria dos gigantes que decidimos seguir não tivesse sido completamente mostrada pra nós, eu podia sentir que nossa fúria iria combater a deles.
A criatividade que se busca nesse mundo, não tem preço! Está lá para qualquer um. Nós conseguimos pegar uma fatia e podemos desfrutar bem dos dotes divinos.
Amanhã rehearsearemos. Novamente com o ouro na mente. Sendo abusados, do jeito que tem que ser.
Quero tocar com eles mais uma vez! Pra mostrar que brincamos com fogo, em mares frios.

É... esse tal de Acapulco realmente não me deixa medir as palavras!

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