
Pesquisei muito sobre o Jazz ultimamente, rítmo o qual me chamava muito a atenção, mas nunca esteve na frente da minha lista de prioridades de conhecimento acerca de música. Quando li mais sobre o estilo, descobri que eu já sabia, e muito, sobre ele.
Sendo assim, creio que Jazz signifique não apenas um estilo musical, mas todo um contexto em cima de um palco, ou em qualquer apresentação de um grupo de músicos.
A questão do entrosamento entre as partes e a química entre os artistas me chama muito a atenção. Já desfrutamos desse dote há algum tempo e posso dizer que é demasiado divertido levar algo assim, no embalo do Jazz.
Uns dizem que é estilo de vida, e eu concordo. É como se todos nós fossemos militares que acabaram de servir ao exército e retornam agora ao seu país, prontos pra ir pra casa com seus cabelos cortados e más lembranças. Mas antes de dar o próximo passo, encontramos um carro com fumaça em seu interior, onde sedutores negros nos chamam com seus instrumentos mágicos, prometendo nos mostrar o verdadeiro mundo. Então nós nos deixamos embalar pelo som, por tudo o que cerca essa palavra... JazZ ... e realmente descobrimos que o exército só serviu pra isso: facilitar a contra-posição que agora nos toma.
Quem toca isso realmente tem de se sentir... acima de tudo, imune a tudo, por que fala uma língua que poucos conhecem, mas podem conhecer.
Jazz realmente vale a pena. É a música pura e crua, tão crua que chega a ser feia em algum momento e aí é que você se lembra quem toca ela... os homens!!
Uma vez chegamos a conclusão de que o Jazz seria o pão, pois alimenta a alma. O Blues seria o vinho, mas eu ainda vou falar dele depois.
Pra mim uma das maiores criações humanas. E não é por causa de nenhum desses argumentos que eu digo isso. Mas pelo fato de poder observar que esse estilo é um dos poucos que não mudou tanto com o tempo. Permanece lá, dentro do carro fumaçante, com seus poderosos tradutores negros.
e sidério, onde fica?
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